Posts Com TAG ‘tv corporativa’

Brasil investiu R$ 75 milhões em mídia digital em 2008

20 de abril de 2009

O Brasil deve registrar, em 2008, uma receita bruta de R$ 75 milhões em mídias digitais, contra os R$ 30 milhões apontados no ano anterior.

Os números são da Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home (ABDOH) e consideram aparelhos televisores instalados em pontos-de-venda e veículos de tráfego, que mostram propagandas institucionais e ações de marketing externo. Apesar do crescimento, o aporte ainda é pequeno se comparado aos EUA, que ficou perto dos US$ 1,25 bi em 2007.

Na fatia de público do setor, os números mostram resultados mais significativos. De acordo com o diretor comercial da Subway, empresa que atua há 19 anos no setor, Júlio César Ferreira, os cerca de 10 mil televisores instalados nas lojas de seus clientes atingem em torno de 40 milhões de pessoas ao mês.

“Nós começamos os trabalhos, que chamamos de TV comercial in store, em março, e estamos muito satisfeitos com o nosso faturamento. Acredito que esse é um mercado em extrema ascensão, já que não é tão conhecido. Desde que começamos a oferecer esse produto, temos dobrado o número de clientes”, cita Ferreira.

Para o presidente da ADOH, Waltely Longo, o crescimento do setor se deve “em função de as pessoas estarem mais em comunicação”. O CEO ainda aponta que uma das características das mídias digitais é a segmentação das agências responsáveis que, ou trabalham em pontos-de-venda ou em elevadores e transportes.

Fonte: Adnews

Bookmark and Share

Popularidade: 42%

...............................................................................

TV corporativa pode ajudar a aumentar vendas

6 de abril de 2009

Helio Seibel, presidente da Leo Madeiras, investiu nos últimos quatro anos cerca de R$ 5 milhões em um programa de televisão para marceneiros, veiculado na Rede TV! e na Rede Vida aos domingos de manhã.O pacote incluía também comerciais mas, segundo Saibel, pouco ajudou nas vendas e mesmo no relacionamento com a clientela.

No entanto, quando ele decidiu montar um pequeno estúdio de TV na sede da Leo, na Vila Anastácio, zona oeste de São Paulo, e transmitir para as suas 43 lojas a própria programação, com cursos, dicas de uso de ferramentas e várias promoções de produtos, as vendas começaram a decolar.

A crise que deixou as empresas muito mais inquietas em relação ao retorno dos investimentos em marketing está realçando a importância do ponto de venda como canal de mídia - literalmente. A instalação de TVs corporativas, em que o conteúdo é desenhado sob medida para o público consumidor, vem ganhando espaço. Foi assim na Leo Madeiras, que montou uma programação voltada a marceneiros, arquitetos e designers, transmitida nas lojas e na web, e também na rede de 12 restaurantes rodoviários do Frango Assado, que chama a atenção para as atrações do menu, as condições das estradas e a agenda cultural da cidade mais próxima.[…]

Os resultados, garantem as empresas, surgem rápido. Na loja da Leo Madeiras no Brás, região central de São Paulo, usada como piloto do projeto no final de 2008, a venda semanal de uma caixa de parafusos, por exemplo, passou de cinco para 102 unidades. Essa mesma loja no Brás, que vendia quatro serras elétricas por semana, vendeu 34 na primeira semana de funcionamento da TV. “Nosso custo caiu pela metade, em comparação ao programa que mantínhamos na TV (aberta), e eu observo muito mais retorno agora”, diz Saibel.

Além disso, a Leo passou a vender o espaço publicitário na programação da sua TV para os fornecedores, por R$ 15 mil ao mês, o que ajuda a cobrir os custos com a TV corporativa. Este ano, segundo a gerente de marketing da Leo, Fernanda Canal, o investimento para levar a programação ao ar é de R$ 1 milhão. “Cerca de 20% disso é para a instalação de TVs de 42 e 22 polegadas nos pontos de venda”, diz.A rede Frango Assado, comprada pela holding IMC no ano passado, teve a mesma boa surpresa quando instalou a TV corporativa nos seus restaurantes. Está faturando R$ 25 mil por mês com anunciantes, que também estão vendendo mais. “A venda de Fanta cresceu 15%, a de Coca-Cola, 16%, e conseguimos dobrar a venda do guaraná Kuat”, diz o diretor da Coca-Cola Femsa, Maurício Favoretto. Segundo ele, a empresa comparou os meses de dezembro e março, quando não usaram a mídia no ponto de venda, com janeiro e fevereiro, quando houve compra de espaço publicitário na TV corporativa da rede Frango Assado.

“A mídia em ponto de venda ainda é nova para nós, mas estamos fazendo testes em redes de fast food, cinemas e supermercados para comprovar sua eficácia”, diz Favoretto. A julgar pelos resultados nos 12 restaurantes do Frango Assado no Estado de São Paulo, as perspectivas são boas. “Nenhum dos produtos anunciados estava com preço promocional”, diz ele.

Fonte: Valor Economico, via Globo.com

Bookmark and Share

Popularidade: 47%

...............................................................................

Varejistas criam suas próprias redes de TV

26 de fevereiro de 2009

tv_carrefour

É difícil imaginar que o consumidor saia de casa para assistir à televisão em um supermercado. Mas é exatamente nisso que grandes varejistas, como Carrefour e Wal-Mart, acreditam com fervor cada vez maior. O negócio das redes de varejo continua a ser a construção de uma ponte entre os fabricantes e o consumidor final. Mas, hoje, em meio às gôndolas de molho de tomate, detergente e sabão em pó de lojas do Carrefour e do Wal-Mart, encontram-se telas de 40 polegadas que transmitem programas, notícias e, sobretudo, anúncios de produtos oferecidos a poucos passos de distância. Trata-se de mais uma prova do poder exercido pelo ponto-de-venda. Pesquisas apontam que 75% das decisões de compra são tomadas dentro da loja. Apoiados nelas, os varejistas tentam com seus canais exclusivos convencer o cliente a comprar algo que está fora de sua lista de supermercado. Eles descobriram, também, que poderiam unir o útil ao agradável e, assim, transformaram suas TVs de ponto-de-venda numa fonte extra de renda, com a venda dos anúncios para seus fornecedores. Essas miniemissoras são montadas em parceria com empresas especializadas, responsáveis pela tecnologia de transmissão, produção dos programas e venda dos anúncios. O varejista entra com a instalação dos aparelhos e a carteira de fornecedores como potenciais anunciantes e, em troca, recebe parte da receita publicitária — valor que, no Brasil, fica em torno de 15% da receita total. Tanto o Carrefour quanto o Wal-Mart não divulgam dados, mas estima-se que projetos como os implantados pelas duas redes tenham potencial de alcançar uma receita anual de 70 milhões de reais.

A TV do varejo já existe há pelo menos dez anos, mas seu crescimento efetivo como ferramenta de marketing aconteceu, de maneira mais intensa, nos últimos dois anos. O impulso ocorreu graças à popularização das telas de plasma e LCD, que tornou viável a implantação de redes de TV nas lojas — antes o custo era proibitivo e o formato dos televisores era pouco prático. Ao mesmo tempo, crescia o interesse pela chamada mídia alternativa, o que colocou a TV do varejo no mesmo patamar da publicidade online, de entretenimento e de guerrilha. Uma pesquisa da consultoria PQ Media aponta que entre 2002 e 2007 a mídia alternativa dobrou sua representação no bolo publicitário americano, passando de 8% do total dos investimentos para 16%. Nos Estados Unidos, a primeira grande rede a investir no potencial da TV de varejo foi o Wal-Mart. A maior rede de supermercados do mundo instalou 125 000 aparelhos de plasma e LCD em 4 000 lojas, que exibem programação contínua para um público estimado em 127 milhões de pessoas por semana — números que tornam a rede a quarta maior emissora do país, atrás de NBC, ABC e CBS. O canal do Wal-Mart conta com mais de 200 anunciantes. Estima-se que o canal exclusivo da empresa fundada por Sam Walton tenha faturado 100 milhões de dólares no ano passado.

A TV do varejo

A audiência nas principais redes de supermercados e fast food que transmitem programas de televisão dirigidos aos clientes brasileiros (em milhões de espectadores por mês).

Carrefour: 27
Wal-Mart: 15
Habib’s: 15
Ri Happy: 1,5
Fran’s Café: 1

Fonte: empresas

No Brasil, os números das TVs de ponto-de-venda são ainda modestos quando comparados com as estatísticas americanas. Juntos, Carrefour e Wal-Mart têm um público estimado em 42 milhões de espectadores por mês (veja quadro). A rede francesa reúne 112 lojas equipadas com o sistema, enquanto na subsidiária brasileira do Wal-Mart são 98 unidades. Os primeiros testes, segundo as redes de supermercados, são animadores. “Uma propaganda piloto de uma marca de adoçantes exibida nas lojas levou a um aumento de 70% nas vendas do produto e de 20% em toda a categoria”, diz Rodrigo Lacerda, diretor de marketing do Carrefour. “Esse tipo de publicidade não só ajuda a aumentar as vendas por impulso como também estimula o cliente a experimentar lançamentos.” No entanto, pesquisa encomendada ao instituto Ipsos pela Subway Link, a produtora de TV responsável pelos programas exibidos nas lojas brasileiras do Wal-Mart, mostra que os consumidores que se transformam em telespectadores ainda são minoria. Segundo o levantamento, 20% dos entrevistados se lembraram de imediato das telas instaladas nas lojas — quando estimulados pelo entrevistador, outros 69% afirmaram ter notado as TVs. Considerando ambos os grupos, 25% dos entrevistados disseram se lembrar de alguma propaganda exibida. “A publicidade nas TVs de varejo tem apresentado taxas muito altas de lembrança por parte dos consumidores. Mas é preciso aprofundar as metodologias de pesquisa nessa área”, diz Patrick Quinn, presidente da consultoria americana PQ Media.

As redes de TV de ponto-de-venda vêm crescendo nos Estados Unidos dentro de um contexto específico. As grandes emissoras de televisão aberta enfrentam cada vez mais dificuldades de manter a atenção do espectador durante os intervalos comerciais — que, graças a dispositivos eletrônicos como o TiVo, simplesmente pode eliminar a publicidade da programação. Com as TVs de varejo, os anunciantes ganharam mais uma maneira de atingir seu público sem correr esse risco. No Brasil, esse tipo de publicidade tem se revelado uma opção ao outdoor, depois que a prefeitura da cidade de São Paulo, maior mercado consumidor do país, proibiu propaganda em locais públicos — uma iniciativa que já começa a ser discutida em outras capitais brasileiras. Além do Carrefour e do Wal-Mart, já é possível encontrar TVs de ponto-de-venda na rede de lojas de brinquedos Ri Happy, na cadeia de fast food Habib’s e na cafeteria Fran’s Café. Recentemente, o grupo Pão de Açúcar anunciou que iniciará testes com um sistema semelhante ao do Carrefour em cinco lojas do hipermercado Extra. Em breve, a Lojas Americanas também implantará seu canal em 250 de suas 450 unidades. As cifras desses projetos ainda são diminutas, mas as emissoras de televisão, definitivamente, ganharam novos concorrentes.

Bookmark and Share

Popularidade: 76%

...............................................................................

Varejo aposta nas TVs corporativas dentro do ponto-de-venda

30 de janeiro de 2009

[…] O varejo está de olho nas TVs corporativas. Está crescendo o número de empreendedores que vê a ferramenta como potencial veículo de comunicação não apenas com o público interno, mas também com seus consumidores dentro do ponto-de-venda. Além disso, é também uma fonte extra de receita, com a veiculação de publicidade de fornecedoras.

Para isso, têm surgido no mercado diversas produtoras prontas para atender essa demanda. São empresas especializadas na infraestrutura, produção e até mesmo na administração de conteúdo para o mercado corporativo. Tudo de forma integrada ao cliente, claro. Um das finalidades da implantação de um canal de TV para uma rede de lojas é para compor ações de endomarketing.

Vantagens da TV corporativa
Através dela, é possível a matriz se direcionar a todas as unidades de forma simultânea, até mesmo ao vivo, seja para anunciar o lançamento de um produto ou ação de Marketing, treinamento de funcionários, anúncio da aquisição de alguma marca ou simplesmente para desejar um feliz ano novo a seus colaboradores.

Outro objetivo é a promoção de vendas e relacionamento com consumidores dentro do ponto-de-venda. A ferramenta é utilizada para anunciar novidades da empresa, produtos em oferta, promoções ou exibir conteúdos de entretenimento e informação, como clipes musicais ou notícias de jornais. Em parceria com fornecedores, é até mesmo uma fonte extra de receita.

Maior proximidade com funcionários e consumidores
“A partir do momento em que você tem um canal de televisão próprio para sua rede, os funcionários se sentem mais participativos em relação à empresa. É até mesmo um fator de sustentabilidade, uma vez que elimina gastos como materiais de ponto-de-venda ou deslocamento de pessoas”, ressalta Júlio César Ferreira, Diretor Comercial da Subway Link, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Um de seus concorrentes, a ImagineAge TV (IATV), atua há quatro anos com a produção de canais televisivos para o mercado corporativo. Fernando Coelho (foto), sócio da empresa, aplicou todo o conhecimento adquirido enquanto era executivo da Net com o gerenciamento do canal de relacionamento com o cliente Zapnews - que mais tarde viria a ser substituído pelo Net TV -, ainda em 1998.

A experiência, bem sucedida, tornou-se o principal canal de comunicação com a base de assinantes da TV à cabo naquela época. Isso era avaliado pelo aumento do número de e-mails recebidos e na venda de pacotes de programação. Pontos positivos que são replicados nos pontos-de-venda, com clientes como Leo Madeiras, Frango Assado e Ampla Energia. “A propaganda no ponto-de-venda tem que alinhar-se com a qualidade da entrega do produto, podendo gerar um aumento de 100% nas vendas. Mas, mesmo no pior caso, o aumento chegou a 8%”, explica Coelho ao site. […]

Fonte: Mundo do Marketing

Bookmark and Share

Popularidade: 58%

...............................................................................