Posts Com TAG ‘digital out-of-home’

Brasil investiu R$ 75 milhões em mídia digital em 2008

20 de abril de 2009

O Brasil deve registrar, em 2008, uma receita bruta de R$ 75 milhões em mídias digitais, contra os R$ 30 milhões apontados no ano anterior.

Os números são da Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home (ABDOH) e consideram aparelhos televisores instalados em pontos-de-venda e veículos de tráfego, que mostram propagandas institucionais e ações de marketing externo. Apesar do crescimento, o aporte ainda é pequeno se comparado aos EUA, que ficou perto dos US$ 1,25 bi em 2007.

Na fatia de público do setor, os números mostram resultados mais significativos. De acordo com o diretor comercial da Subway, empresa que atua há 19 anos no setor, Júlio César Ferreira, os cerca de 10 mil televisores instalados nas lojas de seus clientes atingem em torno de 40 milhões de pessoas ao mês.

“Nós começamos os trabalhos, que chamamos de TV comercial in store, em março, e estamos muito satisfeitos com o nosso faturamento. Acredito que esse é um mercado em extrema ascensão, já que não é tão conhecido. Desde que começamos a oferecer esse produto, temos dobrado o número de clientes”, cita Ferreira.

Para o presidente da ADOH, Waltely Longo, o crescimento do setor se deve “em função de as pessoas estarem mais em comunicação”. O CEO ainda aponta que uma das características das mídias digitais é a segmentação das agências responsáveis que, ou trabalham em pontos-de-venda ou em elevadores e transportes.

Fonte: Adnews

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Mídia Digital Out-Of-Home cresce 61,2% em 2009

31 de março de 2009

Faturamento dos veículos com publicidade atingiu R$ 1,256 bilhão no primeiro mês de 2009; apesar disso, houve quedas significativas na mídia impressa

Apesar da crise global que afetou o desempenho – e, conseqüentemente, o investimento publicitário – de diversos setores econômicos, a mídia brasileira fechou o mês de janeiro com performance melhor do que a do mesmo mês do ano passado. É o que apontam os números do Projeto Inter-Meios. O faturamento dos veículos com publicidade atingiu R$ 1,256 bilhão, o que representa alta de 2,1% na comparação com janeiro de 2008.

O melhor desempenho foi do cinema, que cresceu 132%, dobrando o seu pequeno share: de 0,2% para 0,4% do bolo. A internet manteve-se em ascensão, com alta de 23,6%, alcançando participação de 4,4%. O primeiro mês do ano também foi bom para a televisão. Enquanto os canais pagos faturaram 9,5% a mais, com share de 3%, os abertos tiveram alta de 4%, aumentando ainda mais sua gorda fatia, para 59,3% do total.

Entretanto, nem todos os meios de comunicação estão comemorando. Houve quedas significativas na mídia impressa na comparação entre os primeiros meses de 2009 e 2008. As revistas recrudesceram 8,4%, vendo seu share cair de 6,6% para 5,9%. O faturamento publicitário dos jornais encolheu 5,7%, fazendo a participação do meio baixar de 18,2% para 16,8%. Permaneceram estáveis o rádio, com oscilação negativa de 0,2% (share de 5%), e guias e listas, que retrocederam 0,1%, mantendo sua participação de 1,4%.

A mídia exterior também permaneceu estável, com ligeiro crescimento de 0,14% em relação a janeiro de 2008. Mobiliário urbano (-25,4%), mídia móvel (-17,8%) e painéis (-6,4%) tiveram desempenho negativo no período, enquanto outdoor conseguiu melhora de 5%. O meio só não ficou no vermelho por conta do ótimo resultado dos painéis eletrônicos, cujo faturamento publicitário subiu 61,2%. Nesta área entram as telas de plasma e LCD, que vêm ganhando espaço em pontos-de-venda dos mais variados tipos. Por conta disso, em janeiro deste ano o segmento passou a ser identificado, pelo Inter-Meios, como digital out-of-home.

Fonte: Meio & Mensagem (por Alexandre Zaghi Lemos e Eliane Pereira)

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Varejistas criam suas próprias redes de TV

26 de fevereiro de 2009

tv_carrefour

É difícil imaginar que o consumidor saia de casa para assistir à televisão em um supermercado. Mas é exatamente nisso que grandes varejistas, como Carrefour e Wal-Mart, acreditam com fervor cada vez maior. O negócio das redes de varejo continua a ser a construção de uma ponte entre os fabricantes e o consumidor final. Mas, hoje, em meio às gôndolas de molho de tomate, detergente e sabão em pó de lojas do Carrefour e do Wal-Mart, encontram-se telas de 40 polegadas que transmitem programas, notícias e, sobretudo, anúncios de produtos oferecidos a poucos passos de distância. Trata-se de mais uma prova do poder exercido pelo ponto-de-venda. Pesquisas apontam que 75% das decisões de compra são tomadas dentro da loja. Apoiados nelas, os varejistas tentam com seus canais exclusivos convencer o cliente a comprar algo que está fora de sua lista de supermercado. Eles descobriram, também, que poderiam unir o útil ao agradável e, assim, transformaram suas TVs de ponto-de-venda numa fonte extra de renda, com a venda dos anúncios para seus fornecedores. Essas miniemissoras são montadas em parceria com empresas especializadas, responsáveis pela tecnologia de transmissão, produção dos programas e venda dos anúncios. O varejista entra com a instalação dos aparelhos e a carteira de fornecedores como potenciais anunciantes e, em troca, recebe parte da receita publicitária — valor que, no Brasil, fica em torno de 15% da receita total. Tanto o Carrefour quanto o Wal-Mart não divulgam dados, mas estima-se que projetos como os implantados pelas duas redes tenham potencial de alcançar uma receita anual de 70 milhões de reais.

A TV do varejo já existe há pelo menos dez anos, mas seu crescimento efetivo como ferramenta de marketing aconteceu, de maneira mais intensa, nos últimos dois anos. O impulso ocorreu graças à popularização das telas de plasma e LCD, que tornou viável a implantação de redes de TV nas lojas — antes o custo era proibitivo e o formato dos televisores era pouco prático. Ao mesmo tempo, crescia o interesse pela chamada mídia alternativa, o que colocou a TV do varejo no mesmo patamar da publicidade online, de entretenimento e de guerrilha. Uma pesquisa da consultoria PQ Media aponta que entre 2002 e 2007 a mídia alternativa dobrou sua representação no bolo publicitário americano, passando de 8% do total dos investimentos para 16%. Nos Estados Unidos, a primeira grande rede a investir no potencial da TV de varejo foi o Wal-Mart. A maior rede de supermercados do mundo instalou 125 000 aparelhos de plasma e LCD em 4 000 lojas, que exibem programação contínua para um público estimado em 127 milhões de pessoas por semana — números que tornam a rede a quarta maior emissora do país, atrás de NBC, ABC e CBS. O canal do Wal-Mart conta com mais de 200 anunciantes. Estima-se que o canal exclusivo da empresa fundada por Sam Walton tenha faturado 100 milhões de dólares no ano passado.

A TV do varejo

A audiência nas principais redes de supermercados e fast food que transmitem programas de televisão dirigidos aos clientes brasileiros (em milhões de espectadores por mês).

Carrefour: 27
Wal-Mart: 15
Habib’s: 15
Ri Happy: 1,5
Fran’s Café: 1

Fonte: empresas

No Brasil, os números das TVs de ponto-de-venda são ainda modestos quando comparados com as estatísticas americanas. Juntos, Carrefour e Wal-Mart têm um público estimado em 42 milhões de espectadores por mês (veja quadro). A rede francesa reúne 112 lojas equipadas com o sistema, enquanto na subsidiária brasileira do Wal-Mart são 98 unidades. Os primeiros testes, segundo as redes de supermercados, são animadores. “Uma propaganda piloto de uma marca de adoçantes exibida nas lojas levou a um aumento de 70% nas vendas do produto e de 20% em toda a categoria”, diz Rodrigo Lacerda, diretor de marketing do Carrefour. “Esse tipo de publicidade não só ajuda a aumentar as vendas por impulso como também estimula o cliente a experimentar lançamentos.” No entanto, pesquisa encomendada ao instituto Ipsos pela Subway Link, a produtora de TV responsável pelos programas exibidos nas lojas brasileiras do Wal-Mart, mostra que os consumidores que se transformam em telespectadores ainda são minoria. Segundo o levantamento, 20% dos entrevistados se lembraram de imediato das telas instaladas nas lojas — quando estimulados pelo entrevistador, outros 69% afirmaram ter notado as TVs. Considerando ambos os grupos, 25% dos entrevistados disseram se lembrar de alguma propaganda exibida. “A publicidade nas TVs de varejo tem apresentado taxas muito altas de lembrança por parte dos consumidores. Mas é preciso aprofundar as metodologias de pesquisa nessa área”, diz Patrick Quinn, presidente da consultoria americana PQ Media.

As redes de TV de ponto-de-venda vêm crescendo nos Estados Unidos dentro de um contexto específico. As grandes emissoras de televisão aberta enfrentam cada vez mais dificuldades de manter a atenção do espectador durante os intervalos comerciais — que, graças a dispositivos eletrônicos como o TiVo, simplesmente pode eliminar a publicidade da programação. Com as TVs de varejo, os anunciantes ganharam mais uma maneira de atingir seu público sem correr esse risco. No Brasil, esse tipo de publicidade tem se revelado uma opção ao outdoor, depois que a prefeitura da cidade de São Paulo, maior mercado consumidor do país, proibiu propaganda em locais públicos — uma iniciativa que já começa a ser discutida em outras capitais brasileiras. Além do Carrefour e do Wal-Mart, já é possível encontrar TVs de ponto-de-venda na rede de lojas de brinquedos Ri Happy, na cadeia de fast food Habib’s e na cafeteria Fran’s Café. Recentemente, o grupo Pão de Açúcar anunciou que iniciará testes com um sistema semelhante ao do Carrefour em cinco lojas do hipermercado Extra. Em breve, a Lojas Americanas também implantará seu canal em 250 de suas 450 unidades. As cifras desses projetos ainda são diminutas, mas as emissoras de televisão, definitivamente, ganharam novos concorrentes.

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Surge um novo meio de comunicação

28 de janeiro de 2009

A Mídia Digital Out of Home foi a solução encontrada em países do primeiro mundo para atingir o consumidor no momento certo, no momento da sua decisão de compra ou de uma forma mais espontânea, quando ele está carente de algum atrativo para amenizar a sua espera.

A Mídia Digital Out of Home é o novo meio de comunicação que surgiu neste milênio. Comunicação utilizando monitores de alta tecnologia, com transmissão digital, e estrategicamente localizados, levam informações dirigidas ao público quando ele está plena atividade. Tudo em perfeita sincronia com o seu momento.

O mais importante conceito da Mídia Digital of Home é a oferta de comunicação dirigida para audiências cativas e que se encontram fora de suas casas, mais especificamente em pontos de venda e/ ou em ambientes que exijam algum tipo de espera forçada.
Por exemplo: monitores instalados em redes de supermercados, shopping-centers, bares e restaurantes ou aqueles estrategicamente instalados e transmitindo programação segmentada, para públicos que se encontram em elevadores, ônibus, metrô, trens, consultórios, etc.

Fonte: ABDOH

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