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LG Display apresenta nova tela 3D

29 de maio de 2009

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A LG Display, unidade da LG que fabrica televisores e monitores, anunciou nesta quarta-feira (27/05) na Coreia do Sul, o bem-sucedido protótipo de uma tela 3D de 23 polegadas de alta definição Full HD, ou seja, com resolução de 1080 linhas.

O painel 3D possui tecnologia própria da LG Display que reproduz imagens em alta definição com o dobro do brilho de um painel LCD comum. Segundo a fabricante, o produto ostenta o maior brilho entre todos displays em 3D já lançados até agora.

A tela aplica tecnologia de seqüência de tempo das imagens para que os olhos direito e esquerdo vejam imagens diferentes, o que dá o efeito tridimensional nos olhos humanos. Em displays LCD 3D convencionais, a tecnologia geralmente é instalada fora do painel ou nos óculos.

Apesar de embutir tais tecnologias diretamente no painel, ainda é necessário utilizar óculos para visualizar o efeito 3D. A LG afirma que os óculos são baratos e isso será um benefício econômico aos consumidores que não precisarão gastar mais dinheiro com o equipamento.

O display será apresentado no evento Society for Information Displays (SID) 2009, no Texas (EUA) entre 31 de maio e 5 de junho. A companhia não informou quando o display estará disponível no mercado para o consumidor final.

Fonte: Glog, idgnow.uol

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Televisão enxerga futuro tridimensional

22 de abril de 2009

Nunca se falou tanto em renovação tecnológica e de conteúdo na televisão aberta americana como nesta edição anual da feira NAB Show, em Las Vegas. Muito mais do que a televisão brasileira, a TV americana enfrenta duas crises: uma crise interna, de conteúdo e produto, e outra, externa, econômica e de modelo de negócio.

A grande receita para ambos os desafios é a renovação, recomendam todos os dirigentes setoriais, começando por David Rehr, presidente da Associação Norte-Americana de Radiodifusores (NAB, na sigla em inglês), ao falar na abertura do NAB Show 2009.

A renovação de conteúdo não se limita mais à produção de programas melhores do ponto de vista da qualidade cultural e informativa. “Isso é quase o óbvio em nossos planos. O que nos desafia é inovar com os recursos que a tecnologia nos oferece: melhores imagens, do ponto de vista da definição, do contraste, do brilho e, tão logo disponha de conteúdos especiais, com a tridimensionalidade. O grande salto agora tem de ser a TV em 3D”, enfatiza um dos diretores de tecnologia da NAB.

Durante dois dias - o sábado e o domingo -, mais de 200 especialistas debateram em uma grande sessão o tema Cinema Digital 3D ou estereoscópico - que é a primeira etapa da TV3D. Tudo que o cinema fizer antes deverá ajudar as emissoras a entender o novo negócio da TV tridimensional.

De nada adianta para a indústria da comunicação eletrônica a existência dos primeiros televisores com imagem tridimensional, se não há filmes, nem documentários, nem programas gravados em 3D. Hollywood está despertando agora para esse desafio, com o lançamento em 2008 de filmes como Batman - O Cavaleiro das Trevas, Dia dos Namorados Macabro 3D ou ainda Viagem ao Centro da Terra, além das diversas partidas de futebol americano transmitidas especialmente para salas de cinema 3D, com incrível sucesso.

A Inglaterra mostrou, durante a feira, o estágio atual de desenvolvimento tanto da TV 3D quanto do cinema 3D. Gerry OSullivan, diretor de produtos estratégicos da BSkyB, diz que a TV estereoscópica tem grande futuro. A rede britânica e as empresas operadoras estão construindo uma biblioteca de conteúdos de TV 3D no padrão alternativo S3DTV, para consumidores que utilizam o sistema europeu atual, o DVB em alta definição, além da infraestrutura da Sky europeia em HD.

Ainda dentro das estratégicas de renovação de conteúdo, a televisão americana espera contar com a contribuição de laboratórios como os da Walt Disney Studios Motion Pictures Group, cujo presidente, Mark Zoradi, deu um show de novos conteúdos. Ou ainda com produções da Pixar, estúdio dirigido durante alguns anos por Steve Jobs, o fundador e presidente, atualmente licenciado, da Apple.

São empresas como essas que deverão fornecer documentários e filmes com a dupla qualidade, de imagens e de novos recursos, exigida pelos novos tempos. “Nossos limites têm de ser os limites da imaginação”, aconselha Zoradi. E as amostras exibidas na feira demonstram a verdade dessa afirmativa.

Fonte: Agência Estado

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Philips vai parar de produzir monitores 3D

17 de abril de 2009
Philips diz que queria lançar TV 3D para casas em 2013, mas decidiu parar produção

Philips diz que queria lançar TV 3D para casas em 2013, mas decidiu parar produção

A Philips decidiu interromper a produção e a venda de aparelhos de TV que mostram imagens em 3D. A empresa também não vai mais investir no desenvolvimento desses produtos, hoje oferecidos principalmente para fins comerciais, como em ações publicitárias em eventos. A decisão foi tomada por “prioridades de investimento em outras áreas”.

A decisão é um revés para esse tipo de tela, em que as imagens parecem estar “saltando” da tela. Até o ano passado, a Philips esperava que as TVs 3D chegassem ao consumidor residencial até 2013.

A empresa não divulga números atuais de vendas, mas até 2008 cerca de 3.000 unidades desses monitores haviam sido vendidas.

De acordo com a assessoria de imprensa da companhia no Brasil, a fabricação dos monitores, feita na Europa, será interrompida em junho deste ano. Entretanto, o centro de conversão de imagens 2D convencionais para o formato 3D, inaugurado em São Paulo no passado, continuará funcionando, ao menos por enquanto.

Um dos principais empecilhos para as telas 3D é o preço, já que um equipamento desses hoje custa 18 mil euros (cerca de R$ 50 mil).

Além disso, também há a barreira do conteúdo: filmes já feitos com tridimensionalidade também precisam ser convertidos para um novo formato, para serem assistidos sem óculos especiais –o mesmo acontece com games. Também não foi definido qual será o padrão para as transmissões.

Esse tipo de monitor tem tela de LCD, mas ganha uma película especial com microprismas. No jogo de luzes, o espectador tem a impressão de tridimensionalidade. A ideia é formar na tela duas imagens diferentes, que são combinadas pelo cérebro para formar uma figura 3D.

A Philips anunciou nesta semana que teve um prejuízo líquido de 59 milhões de euros (R$ 170 milhões) no primeiro trimestre de 2009, além de uma redução de 17% nas vendas, que ficaram em 5,1 bilhões de euros (R$ 14,6 bilhões).

Fonte: Folha Online

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