Arquivo da categoria ‘tv corporativa’

Elemidia Empresas Ganha Prêmio Corporativo

26 de julho de 2010

corp2010

Vencedora em 2009, empresa mantém prêmio na categoria Empresa de Comunicação Corporativa

Pelo segundo ano consecutivo, a Elemidia Empresas foi vencedora do Prêmio Corporativo na categoria Empresa de Comunicação Corporativa 2010. A premiação é resultado de pesquisa realizada com profissionais de diversas áreas que votam espontaneamente em empresas do mercado, avaliando critérios como atendimento e qualidade de serviço.

“Os méritos desta conquista são dos nossos clientes, pois, eles são peças fundamentais para o reconhecimento de nosso trabalho. Estas parcerias nos proporcionam crescimento e resultados positivos” comemora Gabriel Forjaz, presidente da Elemidia Empresas.

Referência na área de comunicação digital, a Elemidia Empresas desenvolve ferramentas de divulgação de informações dentro das organizações, impulsionando a circulação de mensagens e unificando os discursos corporativos. Hoje, são cerca de 50 clientes utilizando os serviços digitais da Elemidia Empresas.

De acordo com Forjaz, a conquista do prêmio se alinha aos objetivos da Elemidia Empresas de se manter como a mais especializada operadora e produtora de comunicação digital corporativa, agregando inteligência aos clientes nesse segmento. “Nossa essência é buscar ser o máximo da especialização com integração de soluções”, detalha Forjaz. A empresa tem como pilares de atuação a geração de conteúdo, o uso de plataformas como diferencial tecnológico e os resultados mensurados.

 

Fonte: vitrinepublicitaria.net

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Thompson e Elemídia assinam acordo

26 de julho de 2010

A JW Thompson assinou acordo de parceria com a Elemídia para a instalação de comunicação interna na sede da agência em São Paulo. A Elemídia instalou no cyber café e no elevador que serve os quatro andares da agência monitores onde são veiculadas informações da Thompson em tempo real, com noticiário nacional, internacional e publicidade.

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Eletrobrás lança TV Corporativa

29 de junho de 2009

A Diretoria das Empresas de Distribuição do Sistema Eletrobrás inaugura nesta terça-feira (30) a TV Lume. É um projeto de televisão corporativa que permite a disseminação de informações e a realização de treinamentos por meio de transmissão via satélite. São 365 pontos distribuídos nas Regiões Norte e Nordeste, nas localidades onde atuam as Empresas de Distribuição, Amazonas Energia, Boa Vista Energia, Ceal, Ceron, Cepisa e Eletroacre. O ministro Edison Lobão vai participar ao vivo da transmissão, que terá início às 10 horas, direto do auditório térreo no Ministério de Minas e Energia.

Para Lobão, a criação da televisão é importante para a comunicação direta entre os colaboradores das distribuidoras, por meio de sessões de teleconferência interativa. “A televisão vai servir para capacitar e desenvolver o quadro de pessoal das empresas de distribuição.”, disse.

O novo meio de comunicação vai agir como uma ferramenta eficaz e instantânea na disseminação de informações ao facilitar a transmissão de eventos e programas ao vivo ou pré-gravados, para todos os pontos de recepção.

Funcionamento
A transmissão da programação da TV Lume se dará a partir de salas que funcionarão como miniestúdios nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília, Manaus, Maceió, Teresina, Rio Branco, Boa Vista e Porto Velho – Rondônia. São quatro canais com a programação voltada para o desenvolvimento profissional e pessoal, sendo que um deles, o Canal Exclusivo reúne as principais notícias das empresas que compõem o Sistema Eletrobrás, permitindo a transmissão simultânea de pronunciamentos da Diretoria, a cobertura de eventos institucionais, dentre outros conteúdos inerentes às mesmas empresas.

Para a realização de cursos de capacitação, a Lume terá uma programação própria voltada ao desenvolvimento das competências essenciais e específicas dos colaboradores das seis empresas distribuidoras. A grade oferece uma diversidade de cursos, como vendas, relacionamento interpessoal, recrutamento, saúde ocupacional e motivação, que poderão ser realizados por membros das comunidades onde as empresas estão instaladas.

Assessoria de Comunicação
Ministério de Minas e Energia

Fonte: redenoticias.com.br

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TV corporativa pode ajudar a aumentar vendas

6 de abril de 2009

Helio Seibel, presidente da Leo Madeiras, investiu nos últimos quatro anos cerca de R$ 5 milhões em um programa de televisão para marceneiros, veiculado na Rede TV! e na Rede Vida aos domingos de manhã.O pacote incluía também comerciais mas, segundo Saibel, pouco ajudou nas vendas e mesmo no relacionamento com a clientela.

No entanto, quando ele decidiu montar um pequeno estúdio de TV na sede da Leo, na Vila Anastácio, zona oeste de São Paulo, e transmitir para as suas 43 lojas a própria programação, com cursos, dicas de uso de ferramentas e várias promoções de produtos, as vendas começaram a decolar.

A crise que deixou as empresas muito mais inquietas em relação ao retorno dos investimentos em marketing está realçando a importância do ponto de venda como canal de mídia - literalmente. A instalação de TVs corporativas, em que o conteúdo é desenhado sob medida para o público consumidor, vem ganhando espaço. Foi assim na Leo Madeiras, que montou uma programação voltada a marceneiros, arquitetos e designers, transmitida nas lojas e na web, e também na rede de 12 restaurantes rodoviários do Frango Assado, que chama a atenção para as atrações do menu, as condições das estradas e a agenda cultural da cidade mais próxima.[…]

Os resultados, garantem as empresas, surgem rápido. Na loja da Leo Madeiras no Brás, região central de São Paulo, usada como piloto do projeto no final de 2008, a venda semanal de uma caixa de parafusos, por exemplo, passou de cinco para 102 unidades. Essa mesma loja no Brás, que vendia quatro serras elétricas por semana, vendeu 34 na primeira semana de funcionamento da TV. “Nosso custo caiu pela metade, em comparação ao programa que mantínhamos na TV (aberta), e eu observo muito mais retorno agora”, diz Saibel.

Além disso, a Leo passou a vender o espaço publicitário na programação da sua TV para os fornecedores, por R$ 15 mil ao mês, o que ajuda a cobrir os custos com a TV corporativa. Este ano, segundo a gerente de marketing da Leo, Fernanda Canal, o investimento para levar a programação ao ar é de R$ 1 milhão. “Cerca de 20% disso é para a instalação de TVs de 42 e 22 polegadas nos pontos de venda”, diz.A rede Frango Assado, comprada pela holding IMC no ano passado, teve a mesma boa surpresa quando instalou a TV corporativa nos seus restaurantes. Está faturando R$ 25 mil por mês com anunciantes, que também estão vendendo mais. “A venda de Fanta cresceu 15%, a de Coca-Cola, 16%, e conseguimos dobrar a venda do guaraná Kuat”, diz o diretor da Coca-Cola Femsa, Maurício Favoretto. Segundo ele, a empresa comparou os meses de dezembro e março, quando não usaram a mídia no ponto de venda, com janeiro e fevereiro, quando houve compra de espaço publicitário na TV corporativa da rede Frango Assado.

“A mídia em ponto de venda ainda é nova para nós, mas estamos fazendo testes em redes de fast food, cinemas e supermercados para comprovar sua eficácia”, diz Favoretto. A julgar pelos resultados nos 12 restaurantes do Frango Assado no Estado de São Paulo, as perspectivas são boas. “Nenhum dos produtos anunciados estava com preço promocional”, diz ele.

Fonte: Valor Economico, via Globo.com

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Varejistas criam suas próprias redes de TV

26 de fevereiro de 2009

tv_carrefour

É difícil imaginar que o consumidor saia de casa para assistir à televisão em um supermercado. Mas é exatamente nisso que grandes varejistas, como Carrefour e Wal-Mart, acreditam com fervor cada vez maior. O negócio das redes de varejo continua a ser a construção de uma ponte entre os fabricantes e o consumidor final. Mas, hoje, em meio às gôndolas de molho de tomate, detergente e sabão em pó de lojas do Carrefour e do Wal-Mart, encontram-se telas de 40 polegadas que transmitem programas, notícias e, sobretudo, anúncios de produtos oferecidos a poucos passos de distância. Trata-se de mais uma prova do poder exercido pelo ponto-de-venda. Pesquisas apontam que 75% das decisões de compra são tomadas dentro da loja. Apoiados nelas, os varejistas tentam com seus canais exclusivos convencer o cliente a comprar algo que está fora de sua lista de supermercado. Eles descobriram, também, que poderiam unir o útil ao agradável e, assim, transformaram suas TVs de ponto-de-venda numa fonte extra de renda, com a venda dos anúncios para seus fornecedores. Essas miniemissoras são montadas em parceria com empresas especializadas, responsáveis pela tecnologia de transmissão, produção dos programas e venda dos anúncios. O varejista entra com a instalação dos aparelhos e a carteira de fornecedores como potenciais anunciantes e, em troca, recebe parte da receita publicitária — valor que, no Brasil, fica em torno de 15% da receita total. Tanto o Carrefour quanto o Wal-Mart não divulgam dados, mas estima-se que projetos como os implantados pelas duas redes tenham potencial de alcançar uma receita anual de 70 milhões de reais.

A TV do varejo já existe há pelo menos dez anos, mas seu crescimento efetivo como ferramenta de marketing aconteceu, de maneira mais intensa, nos últimos dois anos. O impulso ocorreu graças à popularização das telas de plasma e LCD, que tornou viável a implantação de redes de TV nas lojas — antes o custo era proibitivo e o formato dos televisores era pouco prático. Ao mesmo tempo, crescia o interesse pela chamada mídia alternativa, o que colocou a TV do varejo no mesmo patamar da publicidade online, de entretenimento e de guerrilha. Uma pesquisa da consultoria PQ Media aponta que entre 2002 e 2007 a mídia alternativa dobrou sua representação no bolo publicitário americano, passando de 8% do total dos investimentos para 16%. Nos Estados Unidos, a primeira grande rede a investir no potencial da TV de varejo foi o Wal-Mart. A maior rede de supermercados do mundo instalou 125 000 aparelhos de plasma e LCD em 4 000 lojas, que exibem programação contínua para um público estimado em 127 milhões de pessoas por semana — números que tornam a rede a quarta maior emissora do país, atrás de NBC, ABC e CBS. O canal do Wal-Mart conta com mais de 200 anunciantes. Estima-se que o canal exclusivo da empresa fundada por Sam Walton tenha faturado 100 milhões de dólares no ano passado.

A TV do varejo

A audiência nas principais redes de supermercados e fast food que transmitem programas de televisão dirigidos aos clientes brasileiros (em milhões de espectadores por mês).

Carrefour: 27
Wal-Mart: 15
Habib’s: 15
Ri Happy: 1,5
Fran’s Café: 1

Fonte: empresas

No Brasil, os números das TVs de ponto-de-venda são ainda modestos quando comparados com as estatísticas americanas. Juntos, Carrefour e Wal-Mart têm um público estimado em 42 milhões de espectadores por mês (veja quadro). A rede francesa reúne 112 lojas equipadas com o sistema, enquanto na subsidiária brasileira do Wal-Mart são 98 unidades. Os primeiros testes, segundo as redes de supermercados, são animadores. “Uma propaganda piloto de uma marca de adoçantes exibida nas lojas levou a um aumento de 70% nas vendas do produto e de 20% em toda a categoria”, diz Rodrigo Lacerda, diretor de marketing do Carrefour. “Esse tipo de publicidade não só ajuda a aumentar as vendas por impulso como também estimula o cliente a experimentar lançamentos.” No entanto, pesquisa encomendada ao instituto Ipsos pela Subway Link, a produtora de TV responsável pelos programas exibidos nas lojas brasileiras do Wal-Mart, mostra que os consumidores que se transformam em telespectadores ainda são minoria. Segundo o levantamento, 20% dos entrevistados se lembraram de imediato das telas instaladas nas lojas — quando estimulados pelo entrevistador, outros 69% afirmaram ter notado as TVs. Considerando ambos os grupos, 25% dos entrevistados disseram se lembrar de alguma propaganda exibida. “A publicidade nas TVs de varejo tem apresentado taxas muito altas de lembrança por parte dos consumidores. Mas é preciso aprofundar as metodologias de pesquisa nessa área”, diz Patrick Quinn, presidente da consultoria americana PQ Media.

As redes de TV de ponto-de-venda vêm crescendo nos Estados Unidos dentro de um contexto específico. As grandes emissoras de televisão aberta enfrentam cada vez mais dificuldades de manter a atenção do espectador durante os intervalos comerciais — que, graças a dispositivos eletrônicos como o TiVo, simplesmente pode eliminar a publicidade da programação. Com as TVs de varejo, os anunciantes ganharam mais uma maneira de atingir seu público sem correr esse risco. No Brasil, esse tipo de publicidade tem se revelado uma opção ao outdoor, depois que a prefeitura da cidade de São Paulo, maior mercado consumidor do país, proibiu propaganda em locais públicos — uma iniciativa que já começa a ser discutida em outras capitais brasileiras. Além do Carrefour e do Wal-Mart, já é possível encontrar TVs de ponto-de-venda na rede de lojas de brinquedos Ri Happy, na cadeia de fast food Habib’s e na cafeteria Fran’s Café. Recentemente, o grupo Pão de Açúcar anunciou que iniciará testes com um sistema semelhante ao do Carrefour em cinco lojas do hipermercado Extra. Em breve, a Lojas Americanas também implantará seu canal em 250 de suas 450 unidades. As cifras desses projetos ainda são diminutas, mas as emissoras de televisão, definitivamente, ganharam novos concorrentes.

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Varejo aposta nas TVs corporativas dentro do ponto-de-venda

30 de janeiro de 2009

[…] O varejo está de olho nas TVs corporativas. Está crescendo o número de empreendedores que vê a ferramenta como potencial veículo de comunicação não apenas com o público interno, mas também com seus consumidores dentro do ponto-de-venda. Além disso, é também uma fonte extra de receita, com a veiculação de publicidade de fornecedoras.

Para isso, têm surgido no mercado diversas produtoras prontas para atender essa demanda. São empresas especializadas na infraestrutura, produção e até mesmo na administração de conteúdo para o mercado corporativo. Tudo de forma integrada ao cliente, claro. Um das finalidades da implantação de um canal de TV para uma rede de lojas é para compor ações de endomarketing.

Vantagens da TV corporativa
Através dela, é possível a matriz se direcionar a todas as unidades de forma simultânea, até mesmo ao vivo, seja para anunciar o lançamento de um produto ou ação de Marketing, treinamento de funcionários, anúncio da aquisição de alguma marca ou simplesmente para desejar um feliz ano novo a seus colaboradores.

Outro objetivo é a promoção de vendas e relacionamento com consumidores dentro do ponto-de-venda. A ferramenta é utilizada para anunciar novidades da empresa, produtos em oferta, promoções ou exibir conteúdos de entretenimento e informação, como clipes musicais ou notícias de jornais. Em parceria com fornecedores, é até mesmo uma fonte extra de receita.

Maior proximidade com funcionários e consumidores
“A partir do momento em que você tem um canal de televisão próprio para sua rede, os funcionários se sentem mais participativos em relação à empresa. É até mesmo um fator de sustentabilidade, uma vez que elimina gastos como materiais de ponto-de-venda ou deslocamento de pessoas”, ressalta Júlio César Ferreira, Diretor Comercial da Subway Link, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Um de seus concorrentes, a ImagineAge TV (IATV), atua há quatro anos com a produção de canais televisivos para o mercado corporativo. Fernando Coelho (foto), sócio da empresa, aplicou todo o conhecimento adquirido enquanto era executivo da Net com o gerenciamento do canal de relacionamento com o cliente Zapnews - que mais tarde viria a ser substituído pelo Net TV -, ainda em 1998.

A experiência, bem sucedida, tornou-se o principal canal de comunicação com a base de assinantes da TV à cabo naquela época. Isso era avaliado pelo aumento do número de e-mails recebidos e na venda de pacotes de programação. Pontos positivos que são replicados nos pontos-de-venda, com clientes como Leo Madeiras, Frango Assado e Ampla Energia. “A propaganda no ponto-de-venda tem que alinhar-se com a qualidade da entrega do produto, podendo gerar um aumento de 100% nas vendas. Mas, mesmo no pior caso, o aumento chegou a 8%”, explica Coelho ao site. […]

Fonte: Mundo do Marketing

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