Arquivo da categoria ‘digital out-of-home’

Consumidores têm controle criativo em cartazes digitais

8 de junho de 2009

LONDRES - Os consumidores terão a chance de controlar e modificar a publicidade em telas de LCD, através dos seus iPhones.

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A CBS Outdoor, em parceria com a Clusta (agência de criação digita), desenvolveu uma nova plataforma publicitária, lançada ontem, que conecta o iPhone a uma tela de LCD, via WiFi ou 3G.

Tocando a tela do iphone em qualquer direção, os usuários podem fazer o objeto rodar para a esquerda ou direita na tela, e também mudar a cor de fundo.

Além disso, usando o “clicar” e “arrastar” com os dedos, os consumidores terão a possibilidade de ampliar ou reduzir o objeto exibido na tela.

A plataforma foi exposta no Media Playground, conferência e exposição realizada ontem, em Londres. A CBS planeja utilizá-la em telas LCD no centro comercial de Westfield, dependendo do interesse de anunciantes.

A tecnologia também pode ser desenvolvida para outros smart phones e pode incluir interatividade com SMS, fornecendo mais informações sobre o produto.

O diretor da Clusta, Russell Townsend, afirmou: “Esta plataforma revolucionária mostra o enorme potencial que a mídia digital possui de utilizar novas tecnologias para cativar os consumidores em seus ambientes únicos – o outdoor digital é um meio extremamente inovador e, como uma indústria, estamos apenas começando a explorar as formas estranhas e maravilhosas que ele permite.”

Lee Cutter, diretor de vendas para o varejo na CBS Outdoor, disse: “Com a flexibilidade da nossa carteira digital em termos de segmentação por horário e localização, já entregamos algumas excelentes soluções estratégicas para os nossos clientes.”

Fonte: campaignlive.co.uk

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2009: o ano de métricas para publicidade digital out-of-home

11 de maio de 2009

Por Graeme Spicer
tradução livre

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Tem sido um padrão previsível. Sempre no mês de janeiro, nos últimos quatro anos, os “evangelistas” do meio digital out-of-home fazem a previsão: “este será o ano em que o digital signage vai se tornar um meio de publicidade viável.” E no final de cada ano, a indústria parece postergar mais um ano para chegar ao sucesso.

No entanto, em 2008 houve um progresso real para o meio DOOH, na busca de ser levado a sério pelos anunciantes nacionais e suas agências. Grandes redes de digital signage continuaram a expandir a sua cobertura, tanto geograficamente como em novos segmentos. Nenhuma rede ainda alega valer mais que o próprio inventário ou ser extremamente rentável, mas a freqüência de anunciantes nacionais veiculando em telas de shoppings, supermercados, postos de gasolina e academias de ginástica, para citar apenas algumas categorias, tem aumentado substancialmente.

Continuam a existir entraves para o crescimento da indústria. Por exemplo, tirando algumas exceções, o desenvolvimento de um conteúdo verdadeiramente convincente e eficaz continua causando hesitação para anunciantes e agências. Muitas vezes, uma simples adaptação da publicidade televisiva é utilizada. Esta é uma triste subutilização de uma das maiores forças do meio: a capacidade de produzir conteúdo eficiente e relevante para o consumidor que se encontra em um determinado local, em uma hora específica do seu dia.

Outra crítica ao meio DOOH é de que a comunidade publicitária ainda não percebeu o papel estratégico que essa mídia pode desempenhar dentro de grandes campanhas. Isso não é culpa das agências. Compete à comunidade DOOH “catequizar” os benefícios trazidos pelas mensagens comerciais que estão presentes no percurso-de-venda e no ponto-de-venda.

No entanto, ocorreram progressos consideráveis neste âmbito. A dinâmica criada em torno da formação da ”Out-of-Home Video Advertising Bureau (OVAB)” começou a abordar a questão. Com a adesão de muitos dos principais players do setor, a OVAB claramente teve um impacto sobre a consciência coletiva das agências. No “OVAB Digital Media Summit”, realizado na cidade de Nova Iorque, em finais de Outubro de 2008, líderes da comunidade DOOH emitiram uma mensagem unificada para os anunciantes: a indústria é forte e crescente, e vai desempenhar um papel cada vez mais importante no processo de planejamento de mídia.

Evidentemente, a maior conscientização das agências sobre a indústria, exigiu rapidamente novas formas de controle, especialmente na área de métricas. As agências estão acostumadas a comprar e mensurar mídia com base em métricas consolidadas, vindas das redes de televisão e mídia impressa. CPMs (custo por mil impressões) e GRP (Gross Rating Points) são as linguagens das empresas de mídia.

A OVAB rapidamente chegou à conclusão de que a aceitação viria muito mais facilmente, se na conversa com as agências sobre audiência, usasse uma linguagem de rápido entendimento, e com a qual tivessem um nível de conforto.

A maioria das redes existentes de digital signage tinha pouco a oferecer com relação a pesquisas significativas de medição de audiência. As redes que haviam contratado a Arbitron, Nielsen ou outras empresas de pesquisa para realizar um levantamento de suas audiências acabaram freqüentemente usando metodologias inconsistentes.

Na Primavera de 2008, a OVAB encomendou o estudo de uma nova metodologia de métrica para audiência. O objetivo era chegar a um conjunto de normas que todas as redes de DOOH pudessem adotar e utilizar nos seus esforços de pesquisa, permitindo uma comparação significativa das redes de audiências e seus índices. Os meios de comunicação envolveram-se fortemente desde o início do estudo, fornecendo inspiração e recomendações em cada passo do caminho. Essas diretrizes foram lançadas no “Digital Media Summit”, em outubro de 2008, e estão disponíveis para download no www.ovab.org.

A indústria DOOH e a comunidade publicitária aprovaram as novas diretrizes, e muitas redes apressaram-se em anunciar sua imediata conformidade com as métricas da OVAB. Infelizmente, essas diretrizes foram destinadas principalmente a uma platéia de profissionais de pesquisa, e a leitura é bastante pesada. Isto causou certo mal-entendido entre a comunidade DOOH, gerando diferentes interpretações sobre o conteúdo apresentado. Um dos principais blogueiros da indústria, até se propôs a publicar um “OVAB Guidelines for Dummies”.

Portanto, uma clara prioridade para 2009 é que indústria DOOH coloque em prática as novas normas. A maioria dos membros da OVAB já está bem nesse caminho, mas isso não é suficiente. Existem muitas redes, grandes e pequenas, que não são membros OVAB, mas cuja aceitação das novas normas de métrica será necessária para assegurar a sua ampla adoção pela comunicação de planejamento e compra de mídia.

A mídia digital out-of-home finalmente conquistará seu lugar no planejamento de mídia em 2009. O clima de instabilidade econômica acabou forçando os planejadores a extrair o máximo benefício de cada dólar gasto com mídia. Cabe à comunidade DOOH, tornar o processo de planejamento e de compra o mais fácil possível, bem como as métricas o mais transparente e coerente possível. Com uma verdadeira prestação de contas, a indústria DOOH poderá alegar resultados com autoridade e credibilidade.

Graeme Spicer é VP de Parcerias Estratégicas da Adcentricity Inc., o maior serviço de planejamento e compra de mídia DOOH na América do Norte.

Fonte: digitalmediabuzz.com

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Elemídia Mall lança campanha interativa

8 de maio de 2009

elemidia_mall_sms A Elemidia Mall adere ao clima afetivo da temporada e lança campanha institucional em 24 shopping centers de diferentes cidades brasileiras. De 8 a 10 maio, monitores da empresa instalados nos centros de compras veiculam mensagem alusiva à data e convidam os consumidores a participar de ação interativa.

Aos frequentadores, basta enviar um SMS para a Elemidia Mall, com mensagem destinada à mãe – de até 110 caracteres, e o código do respectivo shopping divulgado nas telas. Diariamente, as frases mais criativas serão selecionadas e publicadas no shopping de origem até o próximo domingo, 10 de maio. “Esta campanha inaugura a utilização da nova plataforma mobile que integramos ao nosso sistema, o que permitirá aos anunciantes criar, de maneira simples e rápida, ações de mobilidade sincronizadas com as veiculações”, afirma o diretor da Elemidia Mall, Eduardo Alvarenga.

Além de demonstrar na prática a aplicação do conceito drive to mobile e servir de vitrine para futuras campanhas interativas, a ação atende a mais propósitos. “A ideia é, também, fixar e fortalecer vínculos emocionais entre consumidor e marca, com a oferta de um serviço de comunicação diferenciado para celebrar a data”, explica a gerente de marketing da Elemidia Mall, Letícia Fernandes.

A ação estará no ar nos shopping centers paulistas Villa-Lobos, Center Norte, Metrô Tatuapé, Penha, Butantã, D&D, Jardim Sul, Lar Center, SP Market, Nações Unidas, Plaza Sul, Tamboré, Boa Vista, Parque D. Pedro (Campinas) e Tivolli (Santa Bárbara do Oeste); além do Shopping da Gávea, Rio Plaza e Tijuca (Rio de Janeiro); Shopping Curitiba (Curitiba); Moinhos Shopping (Porto Alegre); Pátio Brasil (Brasília); Barra Salvador (Salvador); além do Iguatemi e Del Paseo (Fortaleza) – nos quais circulam, no total, 27,5 milhões de pessoas por mês.

Fonte: Adonline

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Mediapost anuncia vencedores de seu concurso de DOOH

27 de abril de 2009

Mesmo ficando na torcida pela Elemidia, ela acabou não levando na final. Não há demérito nenhum com a segunda colocação na categoria, especialmente tendo em vista os fortes concorrentes, agências internacionais especializadas em desenvolvimento de conteúdo para o meio (enquanto a Elemidia faz o conteúdo, vende inserções publicitárias, expande, monitora e gerencia a rede e ainda faz seu próprio software, ufaa..).

Os vencedores nas diversas categorias podem ser vistos diretamente no site do Mediapost, foram anunciados no dia 22 de abril de 2009.

O grande vencedor da noite foi um projeto de exibição em vitrines, realizado em New York. A Inwindow outdoor busca por lojas vazias e as aluga por um curto período para campanhas de mídia digital out-of-home. Utilizando um sistema de retro-projeção sobre uma tela especial para vidro (como a Vikuiti da 3M e outras disponíveis no mercado internacional), aliaram também sensores de presença, câmeras de reconhecimento facial e tecnologias de realidade virtual para criar a experiência vencedora.

Fonte: Mundo OOH, por Yuri Berezovoy

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Brasil investiu R$ 75 milhões em mídia digital em 2008

20 de abril de 2009

O Brasil deve registrar, em 2008, uma receita bruta de R$ 75 milhões em mídias digitais, contra os R$ 30 milhões apontados no ano anterior.

Os números são da Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home (ABDOH) e consideram aparelhos televisores instalados em pontos-de-venda e veículos de tráfego, que mostram propagandas institucionais e ações de marketing externo. Apesar do crescimento, o aporte ainda é pequeno se comparado aos EUA, que ficou perto dos US$ 1,25 bi em 2007.

Na fatia de público do setor, os números mostram resultados mais significativos. De acordo com o diretor comercial da Subway, empresa que atua há 19 anos no setor, Júlio César Ferreira, os cerca de 10 mil televisores instalados nas lojas de seus clientes atingem em torno de 40 milhões de pessoas ao mês.

“Nós começamos os trabalhos, que chamamos de TV comercial in store, em março, e estamos muito satisfeitos com o nosso faturamento. Acredito que esse é um mercado em extrema ascensão, já que não é tão conhecido. Desde que começamos a oferecer esse produto, temos dobrado o número de clientes”, cita Ferreira.

Para o presidente da ADOH, Waltely Longo, o crescimento do setor se deve “em função de as pessoas estarem mais em comunicação”. O CEO ainda aponta que uma das características das mídias digitais é a segmentação das agências responsáveis que, ou trabalham em pontos-de-venda ou em elevadores e transportes.

Fonte: Adnews

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Mídia Digital Out-Of-Home cresce 61,2% em 2009

31 de março de 2009

Faturamento dos veículos com publicidade atingiu R$ 1,256 bilhão no primeiro mês de 2009; apesar disso, houve quedas significativas na mídia impressa

Apesar da crise global que afetou o desempenho - e, conseqüentemente, o investimento publicitário - de diversos setores econômicos, a mídia brasileira fechou o mês de janeiro com performance melhor do que a do mesmo mês do ano passado. É o que apontam os números do Projeto Inter-Meios. O faturamento dos veículos com publicidade atingiu R$ 1,256 bilhão, o que representa alta de 2,1% na comparação com janeiro de 2008.

O melhor desempenho foi do cinema, que cresceu 132%, dobrando o seu pequeno share: de 0,2% para 0,4% do bolo. A internet manteve-se em ascensão, com alta de 23,6%, alcançando participação de 4,4%. O primeiro mês do ano também foi bom para a televisão. Enquanto os canais pagos faturaram 9,5% a mais, com share de 3%, os abertos tiveram alta de 4%, aumentando ainda mais sua gorda fatia, para 59,3% do total.

Entretanto, nem todos os meios de comunicação estão comemorando. Houve quedas significativas na mídia impressa na comparação entre os primeiros meses de 2009 e 2008. As revistas recrudesceram 8,4%, vendo seu share cair de 6,6% para 5,9%. O faturamento publicitário dos jornais encolheu 5,7%, fazendo a participação do meio baixar de 18,2% para 16,8%. Permaneceram estáveis o rádio, com oscilação negativa de 0,2% (share de 5%), e guias e listas, que retrocederam 0,1%, mantendo sua participação de 1,4%.

A mídia exterior também permaneceu estável, com ligeiro crescimento de 0,14% em relação a janeiro de 2008. Mobiliário urbano (-25,4%), mídia móvel (-17,8%) e painéis (-6,4%) tiveram desempenho negativo no período, enquanto outdoor conseguiu melhora de 5%. O meio só não ficou no vermelho por conta do ótimo resultado dos painéis eletrônicos, cujo faturamento publicitário subiu 61,2%. Nesta área entram as telas de plasma e LCD, que vêm ganhando espaço em pontos-de-venda dos mais variados tipos. Por conta disso, em janeiro deste ano o segmento passou a ser identificado, pelo Inter-Meios, como digital out-of-home.

Fonte: Meio & Mensagem (por Alexandre Zaghi Lemos e Eliane Pereira)

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Varejistas criam suas próprias redes de TV

26 de fevereiro de 2009

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É difícil imaginar que o consumidor saia de casa para assistir à televisão em um supermercado. Mas é exatamente nisso que grandes varejistas, como Carrefour e Wal-Mart, acreditam com fervor cada vez maior. O negócio das redes de varejo continua a ser a construção de uma ponte entre os fabricantes e o consumidor final. Mas, hoje, em meio às gôndolas de molho de tomate, detergente e sabão em pó de lojas do Carrefour e do Wal-Mart, encontram-se telas de 40 polegadas que transmitem programas, notícias e, sobretudo, anúncios de produtos oferecidos a poucos passos de distância. Trata-se de mais uma prova do poder exercido pelo ponto-de-venda. Pesquisas apontam que 75% das decisões de compra são tomadas dentro da loja. Apoiados nelas, os varejistas tentam com seus canais exclusivos convencer o cliente a comprar algo que está fora de sua lista de supermercado. Eles descobriram, também, que poderiam unir o útil ao agradável e, assim, transformaram suas TVs de ponto-de-venda numa fonte extra de renda, com a venda dos anúncios para seus fornecedores. Essas miniemissoras são montadas em parceria com empresas especializadas, responsáveis pela tecnologia de transmissão, produção dos programas e venda dos anúncios. O varejista entra com a instalação dos aparelhos e a carteira de fornecedores como potenciais anunciantes e, em troca, recebe parte da receita publicitária — valor que, no Brasil, fica em torno de 15% da receita total. Tanto o Carrefour quanto o Wal-Mart não divulgam dados, mas estima-se que projetos como os implantados pelas duas redes tenham potencial de alcançar uma receita anual de 70 milhões de reais.

A TV do varejo já existe há pelo menos dez anos, mas seu crescimento efetivo como ferramenta de marketing aconteceu, de maneira mais intensa, nos últimos dois anos. O impulso ocorreu graças à popularização das telas de plasma e LCD, que tornou viável a implantação de redes de TV nas lojas — antes o custo era proibitivo e o formato dos televisores era pouco prático. Ao mesmo tempo, crescia o interesse pela chamada mídia alternativa, o que colocou a TV do varejo no mesmo patamar da publicidade online, de entretenimento e de guerrilha. Uma pesquisa da consultoria PQ Media aponta que entre 2002 e 2007 a mídia alternativa dobrou sua representação no bolo publicitário americano, passando de 8% do total dos investimentos para 16%. Nos Estados Unidos, a primeira grande rede a investir no potencial da TV de varejo foi o Wal-Mart. A maior rede de supermercados do mundo instalou 125 000 aparelhos de plasma e LCD em 4 000 lojas, que exibem programação contínua para um público estimado em 127 milhões de pessoas por semana — números que tornam a rede a quarta maior emissora do país, atrás de NBC, ABC e CBS. O canal do Wal-Mart conta com mais de 200 anunciantes. Estima-se que o canal exclusivo da empresa fundada por Sam Walton tenha faturado 100 milhões de dólares no ano passado.

A TV do varejo

A audiência nas principais redes de supermercados e fast food que transmitem programas de televisão dirigidos aos clientes brasileiros (em milhões de espectadores por mês).

Carrefour: 27
Wal-Mart: 15
Habib’s: 15
Ri Happy: 1,5
Fran’s Café: 1

Fonte: empresas

No Brasil, os números das TVs de ponto-de-venda são ainda modestos quando comparados com as estatísticas americanas. Juntos, Carrefour e Wal-Mart têm um público estimado em 42 milhões de espectadores por mês (veja quadro). A rede francesa reúne 112 lojas equipadas com o sistema, enquanto na subsidiária brasileira do Wal-Mart são 98 unidades. Os primeiros testes, segundo as redes de supermercados, são animadores. “Uma propaganda piloto de uma marca de adoçantes exibida nas lojas levou a um aumento de 70% nas vendas do produto e de 20% em toda a categoria”, diz Rodrigo Lacerda, diretor de marketing do Carrefour. “Esse tipo de publicidade não só ajuda a aumentar as vendas por impulso como também estimula o cliente a experimentar lançamentos.” No entanto, pesquisa encomendada ao instituto Ipsos pela Subway Link, a produtora de TV responsável pelos programas exibidos nas lojas brasileiras do Wal-Mart, mostra que os consumidores que se transformam em telespectadores ainda são minoria. Segundo o levantamento, 20% dos entrevistados se lembraram de imediato das telas instaladas nas lojas — quando estimulados pelo entrevistador, outros 69% afirmaram ter notado as TVs. Considerando ambos os grupos, 25% dos entrevistados disseram se lembrar de alguma propaganda exibida. “A publicidade nas TVs de varejo tem apresentado taxas muito altas de lembrança por parte dos consumidores. Mas é preciso aprofundar as metodologias de pesquisa nessa área”, diz Patrick Quinn, presidente da consultoria americana PQ Media.

As redes de TV de ponto-de-venda vêm crescendo nos Estados Unidos dentro de um contexto específico. As grandes emissoras de televisão aberta enfrentam cada vez mais dificuldades de manter a atenção do espectador durante os intervalos comerciais — que, graças a dispositivos eletrônicos como o TiVo, simplesmente pode eliminar a publicidade da programação. Com as TVs de varejo, os anunciantes ganharam mais uma maneira de atingir seu público sem correr esse risco. No Brasil, esse tipo de publicidade tem se revelado uma opção ao outdoor, depois que a prefeitura da cidade de São Paulo, maior mercado consumidor do país, proibiu propaganda em locais públicos — uma iniciativa que já começa a ser discutida em outras capitais brasileiras. Além do Carrefour e do Wal-Mart, já é possível encontrar TVs de ponto-de-venda na rede de lojas de brinquedos Ri Happy, na cadeia de fast food Habib’s e na cafeteria Fran’s Café. Recentemente, o grupo Pão de Açúcar anunciou que iniciará testes com um sistema semelhante ao do Carrefour em cinco lojas do hipermercado Extra. Em breve, a Lojas Americanas também implantará seu canal em 250 de suas 450 unidades. As cifras desses projetos ainda são diminutas, mas as emissoras de televisão, definitivamente, ganharam novos concorrentes.

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Audiência de TV Out of Home

30 de janeiro de 2009

O Nielsen americano divulgou ontem os resultados da primeira mensuração de audiência de TV fora de casa, nos EUA é claro. O estudo mostrou por exemplo que durante os dias de 8, 9 e 10 de agosto a rede NBC obteve uma audiência líquida de 1.05 milhões de espectadores entre 13 e 54 anos de idade em TVs instaladas em bares, academias, hotéis, etc. Interessante ver que finalmente começa a se concretizar a informação de um hábito bastante antigo que é o de se assitir TV, em especial eventos esportivos, em locais públicos.

Fonte: Grupo de Mídia, por Daniel Chalfon

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Surge um novo meio de comunicação

28 de janeiro de 2009

A Mídia Digital Out of Home foi a solução encontrada em países do primeiro mundo para atingir o consumidor no momento certo, no momento da sua decisão de compra ou de uma forma mais espontânea, quando ele está carente de algum atrativo para amenizar a sua espera.

A Mídia Digital Out of Home é o novo meio de comunicação que surgiu neste milênio. Comunicação utilizando monitores de alta tecnologia, com transmissão digital, e estrategicamente localizados, levam informações dirigidas ao público quando ele está plena atividade. Tudo em perfeita sincronia com o seu momento.

O mais importante conceito da Mídia Digital of Home é a oferta de comunicação dirigida para audiências cativas e que se encontram fora de suas casas, mais especificamente em pontos de venda e/ ou em ambientes que exijam algum tipo de espera forçada.
Por exemplo: monitores instalados em redes de supermercados, shopping-centers, bares e restaurantes ou aqueles estrategicamente instalados e transmitindo programação segmentada, para públicos que se encontram em elevadores, ônibus, metrô, trens, consultórios, etc.

Fonte: ABDOH

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