Arquivo de fevereiro, 2010

Elemidia em crescimento continuado em 2010

8 de fevereiro de 2010

elemidia

Em um ano marcado por tensões pós-crise no mercado mundial, a Elemidia deu a volta por cima e fechou seu balanço de 2009 com resultados mais do que animadores, mantendo-se, com folga, na liderança do segmento. A empresa registrou crescimento de 75% em relação a 2008 e prevê consolidação de 50% de market share em 2009, contra 42% registrado em 2008.

Ao lado dos avanços numéricos e de negociações que resultaram, em dezembro, na importante aquisição de parte do Cine Boteco, a empresa imprimiu, ainda, grandes inovações ao longo do ano. Entre elas, se destacam os investimentos em seu novo e já consagrado formato editorial, e a asseguração obtida pela PriceWaterhouse – que conferiu-lhe o posto de única empresa do segmento a ter uma ferramenta de checagem online auditada - o que assegura total confiabilidade nos dados de entrega publicitária; além do mérito institucional de ter conquistado todos os prêmios relevantes do setor em 2009.

No campo das inovações, a Elemidia promete mais surpresas em 2010, fruto de projetos em fase de desenvolvimento e, ainda, mantidos a sete chaves. Gerir, de seu novo posto, ambiciosos planos evolutivos e flexibilizá-los, prontamente, dentro de um mercado em permanente mudança, estão entre os principais desafios do diretor comercial em 2010. “Numa perspectiva considerada conservadora, a Rede Elemidia planeja crescer seu faturamento em 70% e responder por mais de 60% do share até o final desse ano, porém, mediante a performance ímpar registrada em janeiro, estes resultados poderão, inclusive, ser superados”, arrisca Jimenez.

Sobre a Rede Elemidia

Criada em 2003, a Rede Elemidia nasceu com a missão de transformar os elevadores em um novo veículo de mídia de massa, com alto de poder de segmentação. Hoje, além dos elevadores de edifícios corporativos, suas operações estão consolidadas em vários ambientes, como shopping centers, hotéis, lojas de conveniência, universidades e academias.

Presente em 22 cidades de 15 Estados brasileiros e em Buenos Aires, a Rede Elemidia reúne 4.717 monitores em 1.286 estabelecimentos comerciais, impactando mais de 12,7 milhões de pessoas diferentes por semana. Seus monitores veiculam mensagens publicitárias e conteúdo noticioso em tempo real, com capacidade de reter 97% do nível de atenção, segundo pesquisa do Datafolha.

Fonte: Elemídia

Bookmark and Share

Popularidade: 100%

...............................................................................

Desta vez, a TV-3D tem tudo para decolar

5 de fevereiro de 2010

O Consumer Electronics Show (CES 2010), que terminou no domingo passado aqui em Las Vegas, inaugurou a era da TV tridimensional (TV-3D). Sem ter nenhuma bola de cristal, podemos afirmar que, desta vez, a TV-3D veio para ficar.

Na realidade, ela tem mais de 30 anos e dezenas de tentativas frustradas. No passado, a grande barreira eram as limitações da tecnologia analógica, cujas soluções nunca chegaram a empolgar nem os espectadores nem a indústria. Hoje, diferentemente, estamos diante de um salto triplo: TV digital, imagens de alta definição e tridimensionais.

Outra vantagem será a padronização das tecnologias de TV-3D. Assim, o consumidor poderá confiar em um único padrão e usufruir a plena integração da tridimensionalidade dos filmes de cinema, do Blu-ray disc 3D, dos videogames mais avançados e dos programas de TV aberta e por assinatura.

Vale lembrar que, num futuro próximo, toda comunicação visual utilizará imagens tridimensionais. Assim como, no passado, a passagem de preto e branco para a imagem em cores foi vista como um salto natural, devemos encarar com a maior naturalidade a chegada da tridimensionalidade à TV, ao cinema, ao home theater e às imagens dos computadores.

Nem todos querem

Mesmo diante desses argumentos, no entanto, persiste uma dúvida central: como reagirão os espectadores? É provável que uma boa parcela resista à ideia de investir em televisores e em conteúdos mais caros. Outros se sentirão constrangidos pelo uso obrigatório de óculos especiais que lhes assegurem a bela ilusão da profundidade de imagens. A visão 3D fica, assim, limitada às oportunidades em que o espectador pode sentar-se e concentrar sua atenção em um filme ou show. “Uma coisa é usar óculos numa sala de cinema, mas em casa você está com outras pessoas numa sala de estar, movimentando-se para a cozinha ou fazendo outras coisas”, diz Greg Ireland, da empresa de pesquisas IDC.

Para quebrar a hesitação dos consumidores, os maiores fabricantes se apressaram em lançar seus modelos de TV-3D neste CES 2010. Tim Baxter, presidente da divisão de consumo da Samsung Electronics, estima que entre 10% e 14% dos 35 milhões de televisores a serem vendidos neste ano nos Estados Unidos terão a capacidade de exibir imagens 3D. A empresa coreana está aliando-se à DreamWorks Animation SKG Inc. para produzir a versão 3D do filme Monstros vs. Alienígenas (Monsters vs. Aliens) exclusivamente para os compradores de seus televisores 3D.

Conversão 2D-3D

Os aparelhos da Samsung serão capazes de converter programas produzidos em 2D para 3D. Embora a qualidade dos programas convertidos seja menor, os espectadores deverão aceitá-la enquanto não existirem conteúdos em 3D originais, abundantes e disponíveis, segundo Baxter.

Os novos televisores Cell TVs, da Toshiba, também converterão programas 2D em 3D, por serem dotados de Cell chips, os mesmos microprocessadores usados no Play Station 3, da Sony, que tem recursos avançados.

De seu lado, a Panasonic diz que lançará 4 modelos de televisores 3D de plasma e não de LCD, no segundo semestre. Já a Sony só lançará seus televisores 3D no terceiro trimestre deste ano. Alguns de seus aparelhos virão completos, com óculos. Outros serão do tipo 3D-ready, cabendo aos clientes adquirir os óculos separadamente.

A LG promete lançar dois modelos de televisores de grandes dimensões em 3D, em maio: um com 47 polegadas, outro com 55. A empresa diz que eles custarão de US$ 200 a 300 mais que os melhores televisores sem os recursos da 3D. Até a Vizio Inc., líder de mercado de TVs de preços populares nos Estados Unidos, diz que seus televisores mais sofisticados terão os recursos da tridimensionalidade.

Os fabricantes não esperam que a TV-3D se imponha rapidamente. Eles lembram os casos da TV em cores e, mais recentemente, o da TV de alta definição, que levaram muitos anos para alcançarem a maior parcela dos telespectadores. Como outros avanços tecnológicos, os programas em 3D exigem avanços e melhorias na infraestrutura da televisão e do cinema, desde a tomada de imagens até a edição e distribuição.

E os conteúdos?

O reduzido conteúdo de filmes disponíveis, produzidos originalmente em 3D, abrange desenhos ou mesmo filmes fascinantes convertidos para a nova tecnologia, como Avatar, os da série Up, as produções da Pixar e outros. Nas demonstrações feitas no CES 2010, a maioria dos adultos parecia hipnotizada pelos desenhos em TV-3D.

Agora todos os players estão preparados para o lançamento tanto dos televisores 3D quanto do Blu-ray 3D, até o fim do primeiro semestre. A rede de TV via satélite DirecTV anunciou que vai enviar upgrades de software à maioria de seus set top boxes em junho para recepção em 3D. A ESPN planeja oferecer um canal em 3D em tempo de transmitir a Copa do Mundo da África do Sul. A rede Discovery vai associar-se à Imax e à Sony para constituir rede própria em 3D full time em 2011.

Fonte: Último Segundo

Bookmark and Share

Popularidade: 79%

...............................................................................

Mídia Digital Out Of Home

5 de fevereiro de 2010

Telas de TV instaladas em trens, ônibus, elevadores e até em estádios de futebol formam uma nova onda publicitária, a chamada mídia digital out of home. Ela cresce a passos largos em todo o mundo e é uma boa alternativa para as empresas.

De acordo com a análise publicada pelo instituto de pesquisa americano PQ Media, o segmento mundial de mídia out of home fatura cerca de US$ 2,5 bilhões em publicidade ao ano e cresce quatro vezes mais do que o mercado de mídia tradicional. Ainda não há estudos sobre o percentual do retorno trazido para quem anuncia, mas os publicitários acreditam que ele pode ser interessante. “Isso porque é uma mídia extremamente segmentada, que permite anunciar de forma criativa e direcionada para o público-alvo, nas proximidades da empresa anunciante”, afirma Vicente Mastrocola, professor de criação digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Mas você deve estar se perguntando: a pequena ou média empresa pode anunciar nessas mídias digitais out of home? “Sim, são mídias muito democráticas, pois atendem à necessidade de cobertura e investimento de empresas de diversos tamanhos”, afirma Omar Sahyoun, sócio da Ooh Mídia, localizada em São Paulo. Ooh, por sinal, é a sigla de out of home. “Normalmente, a produção dos anúncios pode ser feita em flash (o mesmo software utilizado em sites na internet), que tem valor baixo”, diz.

Os preços variam de acordo com cada prestador de serviço. E a boa nova é que você, empresário, não precisa se preocupar em contratar uma agência de publicidade para criar uma vinheta ou um comercial de 15 ou 30 segundos. As produtoras que disponibilizam esses serviços de mídia digital out of home podem desenvolver campanhas específicas para cada empresa.

Diante dessas alternativas, é fundamental que a escolha sobre qual mídia digital utilizar seja feita de forma estratégica. Para Sahyoun, sócio da Ooh Mídia, o primeiro passo é conhecer bem seu consumidor, traçar seu perfil e procurar descobrir quais são seus hábitos e interesses. O segundo passo é verificar quais os diferenciais que a sua empresa oferece em relação à concorrência e explorar esses atributos na comunicação.

Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios

Bookmark and Share

Popularidade: 81%

...............................................................................